Homem morre após manter jovem refém em Goiás
Um homem morreu após manter a jovem refém sob ameaça de faca e ser atingido por disparos da Polícia Militar durante uma ação para salvar a vítima, na noite desta segunda-feira (12), em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia.
De acordo com o comandante do 27º Batalhão da PM, tenente-coronel Rogério Virgílio, a polícia foi acionada após denúncias de que uma adolescente havia sido rendida por um homem armado com uma faca no Residencial Boa Esperança. Ao chegarem ao local, os policiais iniciaram imediatamente as negociações, que duraram mais de 20 minutos.
Durante a tentativa de convencimento, um tenente especializado em negociação também foi acionado. Mesmo assim, o agressor manteve a jovem sob constante ameaça. Segundo o comandante, em determinado momento, o homem começou a passar a faca no pescoço da vítima. A lâmina tinha cerca de 39 centímetros.
“Um policial percebeu uma janela de oportunidade, viu que ele estava passando a faca no pescoço da menina e efetuou o disparo”, relatou o coronel.
Após ser atingido, o homem caiu ao chão ainda segurando a adolescente. Conforme a PM, mesmo baleado, ele não soltou a jovem e chegou a feri-la, o que levou a novos disparos por parte da equipe. O agressor morreu no local.
A adolescente sofreu cortes no pescoço e foi socorrida para o Hospital Estadual de Urgências de Goiás (Hugo), onde passou por cirurgia. Até a última atualização, não havia informações oficiais sobre o estado de saúde da vítima.
Segundo a Polícia Militar, a jovem afirmou que não conhecia o agressor. Ela caminhava pela rua quando foi surpreendida e rendida de forma aleatória. Durante a ocorrência, o homem apresentava comportamento instável e falava frases desconexas.
Ainda de acordo com a PM, o suspeito exigiu um carro da polícia durante as negociações. O veículo chegou a ser disponibilizado, na tentativa de fazê-lo libertar a adolescente, mas ele se recusou a soltar a vítima.
O homem foi identificado como Josenildo Alves de Sousa, de 45 anos, natural do Maranhão. Ele já possuía passagem pela polícia pelo crime de receptação, registrado em 2017, no Rio de Janeiro.
Da redação – Jornal O Grito.
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