SUS passa a oferecer implante contraceptivo Implanon no Distrito Federal
O Distrito Federal passou a contar com o implante contraceptivo Implanon na rede pública de saúde. O método, que libera o hormônio etonogestrel no organismo, foi recentemente incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) e pode prevenir a gravidez por até três anos, sem necessidade de intervenções durante esse período.
Após esse prazo, o implante deve ser retirado e, caso haja interesse, um novo dispositivo pode ser inserido imediatamente pelo SUS. A fertilidade da paciente retorna rapidamente após a remoção.
A inserção do implante é simples e rápida, sendo realizada por médicos e enfermeiros capacitados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Para ter acesso ao método, a paciente deve procurar a unidade de saúde mais próxima, passar por uma pré-consulta, manifestar o interesse no contraceptivo e aguardar o agendamento para a inserção.
De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 10,1 mil unidades foram destinadas ao Distrito Federal. Neste primeiro momento, o Implanon será ofertado prioritariamente a mulheres e adolescentes de 14 a 49 anos em situação de maior vulnerabilidade social.
Entre os grupos prioritários estão mulheres em situação de rua, usuárias de drogas, pessoas vivendo com HIV, vítimas de violência, trabalhadoras do sexo e aquelas com histórico de múltiplas gestações não planejadas.

Além do implante, o SUS também oferece outros métodos contraceptivos, como preservativos externo e interno, DIU de cobre, anticoncepcional oral combinado, pílula de progestagênio, injetáveis hormonais mensal e trimestral, laqueadura tubária bilateral e vasectomia.
Da redação – Jornal O Grito.
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