Justiça concede liberdade provisória a suspeita de comercializar tirzepatida pelas redes sociais em Cidade Ocidental
A mulher presa em flagrante na quinta-feira (17), suspeita de comercializar tirzepatida pelas redes sociais em Cidade Ocidental, foi colocada em liberdade provisória nesta sexta-feira (18), após passar por audiência de custódia. Entre as medidas cautelares determinadas pela Justiça está o uso de tornozeleira eletrônica.
Durante a audiência, o auto de prisão em flagrante foi homologado. A investigada poderá responder ao processo em liberdade, mediante o cumprimento das medidas determinadas pela Justiça.
A prisão ocorreu durante uma operação da Polícia Civil de Goiás (PCGO), no bairro Parque Nova Friburgo A. A ação foi realizada para cumprir um mandado de busca e apreensão na residência da investigada.

Durante as buscas, os policiais encontraram medicamentos, anabolizantes e materiais que, segundo a investigação, seriam utilizados na manipulação de fármacos.
Na audiência, a defesa pediu a liberdade provisória da investigada e questionou a ausência, até aquele momento, de um laudo pericial conclusivo sobre os medicamentos apreendidos.
Segundo os advogados Wesley Alves Barros e Emanuel Gonçalves Silva, a própria autoridade policial determinou a realização de perícia para identificar os princípios ativos dos produtos. A defesa argumentou que, sem o resultado do exame, haveria fragilidade na comprovação da materialidade do crime investigado.
Os advogados também sustentaram que a investigada colaborou com a abordagem policial, não ofereceu resistência e não teria apresentado risco de fuga ou à instrução do processo.
A defesa afirmou ainda que os produtos, segundo informações prestadas pela investigada, teriam sido adquiridos legalmente no exterior e não seriam falsificados ou adulterados. Os advogados destacaram, porém, que a perícia ainda seria necessária para esclarecer a composição dos medicamentos.
Da redação – Jornal O Grito.
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