Suspeito de matar empresário no DF morre em confronto com a polícia na Bahia
Guilherme Estrela Ribeiro (foto destaque), de 33 anos, que era foragido do Complexo Penitenciário da Papuda e suspeito de m4t4r um empresário dentro de uma pizzaria em Taguatinga, no Distrito Federal, morreu após ser baleado em um confronto com policiais nesta terça-feira (6), em Rosário, distrito de Correntina, no oeste da Bahia, na divisa com Goiás.
Segundo informações, Guilherme estava escondido em uma residência onde manteve nove pessoas da mesma família como reféns por mais de 24 horas.
Ele era procurado pela Polícia Civil do Distrito Federal desde sábado (3), quando foi apontado como autor da m0rte do empresário Moisés Ribeiro de Araújo, de 56 anos, dentro do restaurante Gordeixos, em Taguatinga.
Após fugir do Distrito Federal, Guilherme teria invadido a residência e mantido os moradores sob ame4ça durante a noite. Na manhã de terça-feira, começou a libertar as vítimas, permanecendo apenas com uma criança de cinco anos.
Com a chegada das equipes policiais, a criança também foi libertada. De acordo com a Polícia Militar de Goiás, no momento em que seria preso, Guilherme reagiu, efetuou um disparo contra os policiais e foi atingido durante o confronto.
Ele foi socorrido e levado para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
O comandante do 13º Regional da PM de Goiás, coronel Lopes, informou que o suspeito estava arm4do com uma pistola e carregava várias munições dentro de uma meia.
A PM de Goiás foi acionada por equipes da Bahia por volta das 13h e enviou policiais especializados para apoiar a ocorrência. As nove pessoas mantidas como reféns foram libertadas sem ferimentos graves.
Durante as negociações, Guilherme também teria contado aos policiais que havia cometido um crime no Distrito Federal. Segundo o comandante, ele chegou a exigir que a família alugasse uma van para ajudá-lo a continuar a fuga.
Guilherme tinha antecedentes por homicídio e tráfico de drogas. Em 2016, ele se envolveu em uma troca de tiros com policiais civis do Distrito Federal, foi baleado e preso.
Em julho deste ano, deixou o sistema prisional mediante autorização para trabalhar, mas não retornou à unidade prisional e passou à condição de foragido.
Da redação – Jornal O Grito.
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