Irmãs com extensa ficha criminal são presas após furtarem celular de R$ 5 mil em shopping de Luziânia

A Polícia Civil de Goiás prendeu, nesta quinta-feira, duas irmãs em flagrante, suspeitas de praticar furtos qualificados contra o comércio em Luziânia. A ação foi realizada por meio do Grupo Especial de Investigação Criminal (GEIC) de Luziânia, que já monitorava a dupla por envolvimento em crimes semelhantes.

De acordo com as investigações, as suspeitas agiam de forma coordenada e conseguiam subtrair produtos de alto valor em poucos segundos. O caso mais recente ocorreu em uma loja de um shopping da cidade, onde um celular avaliado em cerca de R$ 5 mil foi furtado.

Durante diligências realizadas na residência das suspeitas, no município de Novo Gama (GO), os policiais recuperaram o aparelho furtado, um Samsung S25 Ultra

A identificação das irmãs foi possível após análise de imagens do circuito interno de segurança, já que ambas já haviam sido investigadas anteriormente. Durante diligências realizadas na residência das suspeitas, no município de Novo Gama (GO), os policiais recuperaram o aparelho furtado, um Samsung S25 Ultra. No local, também foi encontrado outro aparelho, um Motorola Moto G22, produto de furto registrado em 2025, em Ceilândia (DF), evidenciando a possível continuidade da prática criminosa em diferentes regiões.

Além dos bens subtraídos, foram apreendidos itens considerados relevantes para a investigação, como as roupas utilizadas no momento do crime, sacolas e a bolsa azul que aparece nas imagens de monitoramento. O conjunto probatório reforça a materialidade e autoria delitivas.

A Polícia Civil destaca ainda o histórico das investigadas. Mariana acumula cerca de 11 registros policiais, enquanto Carla Letícia também possui uma ficha criminal extensa. Para os investigadores, esse cenário evidencia a ineficácia de medidas cautelares anteriormente impostas, como o uso de tornozeleira eletrônica, no sentido de conter a reiteração criminosa.

Diante dos elementos reunidos, o delegado responsável pelo caso representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. O pedido aguarda análise do Poder Judiciário.

A divulgação da identidade das investigadas foi realizada com base na legislação vigente, considerando o interesse público e a possibilidade de identificação de novas vítimas que possam ter sido lesadas pelo mesmo modus operandi.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população. Informações podem ser repassadas de forma anônima, contribuindo diretamente para o avanço das investigações e o fortalecimento da segurança na região.

📲 Denúncias: (62) 98595-5330 (WhatsApp). O sigilo é garantido.

Da redação – Jornal O Grito.


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